Vera Fischer quer morrer com 100 anos
Vera Fisher, 57 anos, já não é mais o símbolo sexual de antes, mas, ainda assim mostra, em sua nova biografia, que ainda tem fôlego para causar polêmica e ocupar a imaginação de muitos homens. Em entrevista para a jornalista Audrey Furlaneto, publicada neste domingo (22) na coluna Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, ela abriu o coração e fez declarações fortes, como a de querer morrer com cem anos, "saudáve, lúcida". "Só tenho medo de ficar doente, como meu pai, que morreu de câncer, e minha mãe, de Alzheimer. As pessoas têm que cuidar da gente, e isso eu não quero. Eu movimento muito a minha mente pra não ter esse tipo de problema."
No livro, ela relata a perda do único irmão, Werner.
"Liguei para minha mãe e qual não foi o meu choque quando ela me disse que meu irmão tinha morrido. Aquele menino louro, de 20 anos, sem ter tido tempo de viver a vida, amoroso, quietinho, estava morto", escreveu.
Vera fez mais declarações bombásticas para a jornalista, como a de ter sorte de ter envelhecido sem "embagulhar".
"Tem muita gente que embagulha. Eu não. Eu não quero e não vou deixar."
Vera também contou que só fez duas plásticas em toda a vida: próteses de silicone, que ela justifica por ter amamentado Gabriel quando já tinha 42 anos, e uma no nariz, após um atropelamento. "Meu nariz era mais bonitinho".
A atriz ainda contou o que deseja para o seu futuo.
"Quero mais novidades, coisas que não fiz e posso vir a fazer. Deve ter muita coisa que eu sei fazer, que vou inventar. Eu tô plena, plena, plena. (...) Eu tô cheia de amor pra dar. Tudo o que tinha antes, preconceito, medos, coisa de traição, essas pequenezas que a sociedade ensina pra gente, eu joguei tudo fora."
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