Carla Estrada quer fazer novela de época

Mais de 20 anos de profissão e quase o mesmo número de novelas marcam a trajetória de Carla Estrada, produtora que há alguns anos, começou a ganhar mais prestígio assumindo um lado que poucos colegas assumem: realizar novelas de época, devido ao risco que correm em relação aos níveis de audiência e altos custos de produção.
Algumas foram grandes sucessos, outras nem tanto. Carla agora deseja voltar com mais uma produção de época, possivelmente depois de La Dueña de tu Amor.
"Me encantaria, porque fazer novelas de época é algo que disfruto muito, mas essa é uma decisão da empresa e se eles pedirem uma novela de época, farei com muito gosto. Mas ainda não há propostas, nem li histórias sequer, nada. Nesse ano vou começar a ler roteiros e escolher algo que o público goste", comentou.
Uma novela de época implica uma grande responsabilidade ao produtor, principalmente pela grande quantidade de dinheiro gasto.
"A responsabilidade do produtor é total, porque o dinheiro não é seu, e o deixam a seu critério. É um fato que essas novelas são mais caras, por isso devemos fazer o dinheiro render. É difícil, mas eu gosto porque você tem que usar a inteligência, a criatividade e até os amigos, para poder fazer que seu projeto funcione".
A última produção de época de Carla foi Pasión, protagonizada por Susana González e Fernando Colunga. A novela foi duramente criticada.
"Novelas de época sempre são mais difíceis, e apesar que tenham os que gostam dessas histórias, são muito complicadas de realizar".
A respeito do remake de Corazón Salvaje, Carla reconhece o enorme esforço feito por Salvador Mejía, pois sabe que a pressão é grande quando "a audiência não está a seu favor".
"O que vejo é um grande trabalho e esforço de todos (...) Penso que as pessoas gostam de todas as histórias, simplesmente há momentos difíceis. Independente da audiência, o trabalho de todos existe, e quando você não tem o desejado, o trabalho se converte num esforço duplo, porque é muito mais difícil seguir em frente quando a audiência não está a seu favor, porque moralmente é uma dupla carga", disse.
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